Publicado por: lobusdaestepe | janeiro 7, 2010

Novas medidas de segurança para entrada no EUA e Europa

Enfrentar repetidas verificações nos passaportes, além da proibição de usar cobertores ou deixar suas poltronas na última hora de voo, são algumas das novas medidas de segurança.

As medidas cumprem ordens do governo Obama, depois de um nigeriano ser preso num voo Amsterdã-Detroit, no dia de Natal, sob a acusação de tentar acionar explosivos.

Veja “algumas” delas:

  • Dois controles antes do embarque,
  • Não poder ficar em pé, ou
  • Deixar as poltronas
  • Usar cobertores ou dispositivos eletrônicos
  • Nem ter acesso ao compartimento de bagagem de mão na hora anterior ao pouso
  • Bagagem de mão revistada duas vezes antes da partida
  • Scanner corporal

Todos os passageiros provenientes de:

  1. Cuba, Irã, Sudão e Síria –países considerados pelos EUA como “patrocinadores do terrorismo”–,
  2. além de Afeganistão, Arábia Saudita, Argélia, Iraque, Líbano, Líbia, Nigéria, Paquistão, Somália e Iêmen, serão submetidos a revistas reforçadas, segundo a TSA.

Ao chegar aos EUA, no formulário da alfândega, os passageiros precisam escrever os países em que estiveram antes da viagem.

Algumas vezes, podem ser questionados sobre os motivos de uma visita à Síria, por exemplo.

Muçulmanos e árabes, incluindo os americanos, sempre reclamaram do tratamento

( muitas vezes similar ao dispensado aos brasileiros )suspeitos de serem imigrantes ilegais ou traficantes de drogas.

Mas revistas nunca foram obrigatórias para pessoas por causa da nacionalidade.

Israel e outros países do Oriente Médio adotam políticas parecidas.

Em muitos deles, recomenda-se chegar ao aeroporto várias horas antes dos voos para que não se perca o avião em meio a obstáculos de segurança.

Os israelenses costumam interrogar pessoas que estiveram em países árabes ou áreas palestinas para saber o que estiveram fazendo nestes locais.

No Líbano e na Síria, os passaportes são inspecionados página por página para verificar se há carimbo israelense.

Se houver, a pessoa será automaticamente barrada.

Tanto autoridades libanesas como israelenses costumam pedir para ver fotos e vídeos que a pessoa carregue.

Uma foto de bases militares libanesas ou de cidades do sul do país encontrada em uma câmera no aeroporto de Beirute certamente trará problemas, já que as autoridades desconfiarão que o passageiro é espião israelense.

Além disso, o grupo Hezbollah mantém agentes no interior do aeroporto que podem pedir para verificar o passaporte – muitas vezes, o turista nem sequer notará que não se trata de uma autoridade libanesa.

Em Amã, pessoas oriundas da América do Sul podem ter as bagagens revistadas.

A decisão foi tomada depois de casos de tráfico de drogas envolvendo pessoas vindas destes países

A Grã-Bretanha vai colocar scanners corporais no Aeroporto de Heathrow, em Londres,  a fim de tentar melhorar a segurança aeroportuária, já a França é contra o scanner pois acham que é mais um tipo de “voyerismo”.

O Parlamento Europeu acredita que podem ter um sério impacto sobre os direitos humanos fundamentais dos cidadãos.

Já estão em teste em alguns aeroportos europeus, como o de Schipol (Amsterdam), e geram uma imagem em preto e branco do corpo nu do passageiro.

Assim o serviço de segurança pode ver se o passageiro esconde algo embaixo da roupa.

Também oferece um instantâneo sobre a anatomia do passageiro.

Vai ter mais polêmica ainda… será?

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